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segunda-feira, 17 de julho de 2017

Polícia divulga foto e pede prisão de suspeito de matar ex em Salvador

José Carlos Lopes Júnior o suspeito de matar a ex-namorada no bairro do Uruguai, em Salvador (Foto: Divulgação/Polícia Civil)
O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) pediu nesta quarta-feira (12) a prisão de José Carlos Lopes Júnior, suspeito de matar a ex-namorada Luana Fernandes Hungria, na última terça-feira (11), no bairro do Uruguai, em Salvador.
Segundo o delegado da Polícia Civil, Jamal Amad, coordenador da 3ª Delegacia de Homicídios (3ª DH/BTS), testemunhas ouvidas no DHPP confirmam que Júnior estava perseguindo a jovem de 24 anos desde o fim do relacionamento do casal, na última sexta-feira (7). O corpo de Luana foi enterrado na tarde desta quarta-feira, no Cemitério Campo Santo, no bairro da Federação, em Salvador.
Conforme Jamal Amad, desde que a polícia foi informada do homicídio, foram realizadas diligências para encontrar o suspeito, mas como ele ainda não foi achado, a polícia fez o pedido de prisão temporária.
Luana foi morta a tiros na porta de casa. Segundo a polícia, no dia do crime, José Carlos estava perseguindo Luana. Ela conseguiu parar na casa de um primo do suspeito para pedir ajuda, mas ele a alcançou e deflagrou três tiros que a acertaram no tórax e na boca. Uma amiga de Luana também foi atingida por um disparo na mão.
A polícia solicitou ainda que qualquer informação sobre o paradeiro do suspeito seja repassada ao Disque-Denúncia, por meio do telefone 3235-0000.

Relato da mãe

mãe de Luana, que preferiu não se identificar, afirmou que José Carlos Lopes Júnior era ciumento, mas que nunca teve qualquer atitude agressiva com Luana. O ciúmes, inclusive, foi o que motivou Luana a terminar o relacionamento de quase cinco meses com o rapaz.
“Ele tinha ciúmes, mas a gente levava na brincadeira. Ele dizia várias vezes que era coisa da cabeça dele e que a mãe e as irmãs chamavam a atenção por causa disso e diziam que ele ia perder ela. Ele nunca mostrou que era capaz disso em nenhum momento, não teve agressão, nada", disse a mãe da jovem.
Luana deixou uma filha de dois anos e meio, fruto de outro relacionamento. A criança ainda não sabe da morte da mãe.
“Minha neta chamava ele de ‘titio painho’. Não tenho mais coração, o meu foi arrancado. Ela não foi baleada por um estranho, ela não levou uma bala perdida. Ela foi baleada por uma pessoa que frequentava minha casa, que dizia que ela era a princesa da vida dele", disse, emocionada, a mãe da vítima.
Luana chegou a ser socorrida para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), mas não resistiu aos ferimentos.

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