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quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Ex-chefe da Aeronáutica nega participação de Lula na compra de caças



O brigadeiro Juniti Saito, ex-comandante da Força Aérea Brasileira (FAB) entre 2007 e 2015, inocentou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de qualquer participação na compra de 36 aviões caça Gripen, da empresa sueca SAAB. Lula é acusado pelo Ministério Público Federal de suposto tráfico de influência, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Em depoimento ao juiz Vallisney Oliveira, da 10ª Vara Judicial de Brasília, Saito disse que a compra do Gripen NG foi uma "decisão técnica do comando da Aeronáutica". Ele cita as "melhores condições de transferir tecnologia" e mais baixo custeio das aeronaves ao longo de 30 anos.

O militar da reserva prestou depoimento como testemunha de defesa de Lula e de seu filho, Luis Claudio Lula da Silva, que também é réu na ação, assim como Mauro Marcondes Machado e Cristina Mautoni Marcondes Machado. 

Juniti Saito negou também suposta interferência de Lula no resultado do programa F-X2, que previa a modernização de aeronaves militares da FAB. "Ele respeitava a opinião nossa, né. Eu acredito que ele tinha alguma preferência com os franceses... os Rafale", disse Saito, ao ser perguntado pelo advogado de Lula, José Roberto Batochio. Para Saito, politicamente Lula "perdeu" e deixou para Dilma decidir sobre a compra.

De acordo com o MPF, Lula teria atuado para garantir a compra de caças pela Força Aérea Brasileira (FAB) e na prorrogação de incentivos para a indústria automobilística na gestão Dilma.

Brasil 247

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