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sábado, 16 de junho de 2018

Cruz das Almas: São João do Cras foi comemorado com muito arrasta-pé




Os usuários do serviço do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) ganharam nessa sexta-feira (15), a confraternização do São João. A festa que contemplou as crianças e adolescentes foi regada de diversão, muito forró, comidas típicas do período junino, além das apresentações de quadrilha dos menores. Além dos festejos juninos, o Crastambém foi recentemente agraciado com a reforma do centro, considerado um ambiente mais acolhedor e que valoriza a paisagem.
            A secretária de Assistência Social,Jucélia dos Santos, falou da sensação na realização do evento juninono novo espaço, que segundo ela está mais humanizado, “é um sentimento de muita alegria e satisfação que eu recebo o público dos nossos serviços de convivência, os referenciados no Cras, junto com seus familiares nesta festa se São João que está muito animada e cheia de amor”. O serviço do Cras atende várias famílias em situação vulnerável em Cruz das Almas, que envolve gestantes, idosos e além das crianças e adolescentes referenciadas no centro, juntamente às dos três Serviços de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) dos bairros da Baixa de Toquinha,Rua Rio brancoe da comunidade das Piabas.
            O coordenador doCras, Bruno também demonstrou estar satisfeito com a festa e dedicou o sucesso a equipe em geral que, segundo ele, tem a mesma dedicação no dia-a-dia do centro. Ele acredita que a confraternização é muito importante “principalmente para trazer a cultura de volta, um forró mais autêntico e desenvolver as crianças nesse momento com as apresentações de quadrilha, por exemplo”.
            A diretora de departamento Ludmila, que atende no Cras e no Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), entende o evento como importante momento para estabelecer a socialização das crianças, “toda confraternização que fazemos tanto no Cras, como no Creas serve como forma de fortalecimento de vínculos afetivos e social, para eles terem acesso a uma vida pública”, analisa.
Por: Ana Paula Pitanga


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