.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

segunda-feira, 11 de junho de 2018

Poema: Minhas proprias pegadas.



Amanhece e de repente me sinto como nuvens dispersas suspensa numa atmosfera que simplismente me recuso a identifica la como parte do ar que respiro.
Quero sim ir pra muito longe de tudo isso que me obriga de modo impiedoso e cruel e pousar livre la onde poderei ler de modo tranquilo as paginas de minha propria historia.
Volto me mais uma vez para a silenciosa interpretacao de um poema escrito com a tinta inelegivel de alguem que tenta descaradamente gritar aos meus ouvidos suas vertentes,medos,paixoes,renascimentos tornadodo me galhos secos imposicoes ensaiadas nos bastidores de suas vidas.
Fico sim por horas a percorrer os ventos as correntes de um ar que nao sopra dentro de mim,e como o voo acompanho a tragetoria  daquela aguia que se prepara para ir alem dos picos mais elevados para adormecer abracados ao mais profundo silencio:A minha tao sonhada paz que sei mora de maneira plena em algum desses lugares.
Por: Lea Souza da Silva

0 comentários:

Postar um comentário