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“Essa atitude é tão perversa quanto a ditadura”, diz Rui sobre Dallagnol querer acelerar ações contra Wagner

O procurador da Lava Jato, Deltan Dallagnol, demonstrou, em conversas com colegas da operação, em outubro de 2018, que era preciso acelerar ações contra o petista Jaques Wagner, que tinha acabado de se eleger como senador pela Bahia e tomaria posse em fevereiro.
Para Deltan, seria válido fazer busca e apreensão sobre o político “por questão simbólica”. Em uma das conversas, obtidas pelo site The Intercept, Deltan pergunta: “Caros, Jaques Wagner evoluiu? É agora ou nunca… Temos alguma chance?”.
“Isso é urgentíssimo. Tipo agora ou nunca kkkkk”, escreve Deltan. Um procurador, identificado como Athayde, diz que “isso não impactará o foro”. Deltan responde: “Não impactará, mas só podemos fazer BAs [operações de busca e apreensão] nele antes [da posse]”.
No Twitter
O governador Rui Costa se pronunciou sobre o caso em seu perfil no Twitter. Para ele, essa situação é um “atentado contra o estado de Direito e a Democracia”.
“Deltan Dallagnol escolhe como alvo o senador Jaques Wagner p/ busca e apreensão por uma questão simbólica, dias antes da eleição. Nada de justiça. É um crime contra a democracia e o estado de Direito”, escreveu o governador da Bahia.
“Essa atitude é tão perversa quanto a ditadura. A sociedade apoia investigação séria para combater a corrupção mas não apoia um judiciário e um MP em formato de partido político com feições nazistas numa perseguição cruel aos seus adversários por “questão simbólica”. Indignação!”, completou Rui Costa.

Essa atitude é tão perversa quanto a ditadura. A sociedade apoia investigação séria para combater a corrupção mas não apoia um judiciário e um MP em formato de partido político com feições nazistas numa perseguição cruel aos seus adversários por “questão simbólica”. Indignação!
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