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Moro estaria a “uma canetada” de sair do governo, afirma colunista

O ministro da Justiça e Segurança Pública Sérgio Moro estaria a um passo de sair do governo. A situação pode se concretizar caso Maurício Valeixo saía da direção-geral da Polícia Federal e no lugar dele não seja colocado ninguém da confiança do ex-juiz. A informação foi publicada na coluna do jornalista Guilherme Amado, da revista Época.
Segundo o jornalista, fontes próximas a Moro, afirmam que o ministro está se sentindo isolado no governo, sem interlocutores de peso. Apenas Paulo Guedes, ministro da Economia e Eduardo Villas Bôas conversam com ele. Ainda de acordo com a coluna, a indiferença do presidente Jair Bolsonaro com o ministro começou no dia 26 de maio, nas manifestações em favor do governo. Bolsonaro teria ficada enciumado porque havia muito mais menções a Moro, do que a ele, incluindo um boneco inflável do Super-Moro, em Brasília.
Vários outros fatores aceleraram o desgaste da relação entre os dois. A revista cita como principais o desconvite para a especialista em segurança pública Ilona Szabó, mudanças na Funai, a retirada do Coaf do Ministério da Justiça e a posterior reformulação do conselho, a desautorização pelas indicações no Cade, mandando o Senado devolver os nomes ao Planalto, a demissão via imprensa do delegado que comandava a PF no Rio de Janeiro, a ordem para que a tramitação do pacote anticrime ficasse mais lenta e até o veto a uma propaganda do projeto.
Quem pode vir a assumir o cargo é o delegado Anderson Torres, próximo a Flávio e Eduardo Bolsonaro. De acordo com a revista, a PF investiga milicianos que eram ligados ao gabinete de Flávio Bolsonaro.
Em nota enviada para a publicação, Moro escreveu que a possibilidade de sua saída se trata de “especulação de terceiros”.

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