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A América em chamas: uma perigosa emergência nacional

“Isso não é mais protesto, é destruição”.
Palavras do prefeito de Los Angeles, Eric Garcetti, ao pedir a intervenção da Guarda Nacional.
Demorou seis dias para uma autoridade do Partido Democrata admitir a verdade nua e crua.
O pavor de parecer não endossar a legítima revolta pela morte de George Floyd está calando os líderes que teriam influência. Acabam, pelo silêncio, apoiando o caos e a destruição propagados pelos manifestantes ilegítimos, adeptos do quanto pior, melhor.
Como já vimos acontecer no Brasil e, mais recentemente, no Chile, os protestos violentos que engolfaram os Estados Unidos têm várias camadas de participantes.
A primeira é formada por jovens, negros e brancos, revoltados pela chocante morte, filmada em detalhes, inclusive o olhar desafiador, quase sádico, do policial Derek Chauvin enquanto pressionava o joelho no pescoço de Floyd.
Na segunda camada, estão os que saem para protestar e, diante da ausência ou impotência das forças policiais, aproveitam para saquear.
A roubalheira foi desde pequenas lojas situadas em Minneapolis, o foco dos protestos, até os shoppings de luxo. O bando que invadiu uma loja Louis Vuitton e saiu carregando bolsas de luxo não parecia exatamente preocupado com questões raciais.
No terceiro círculo, estão os baderneiros profissionais, os que se vestem de preto, mochila nas costas, e incitam os ataques a lugares simbólicos: bancos, revendedoras de carros, prédios institucionais.
Nos Estados Unidos, são conhecidos como antifas, a vertente americana do movimento anarquista que surgiu na Europa e faz sucesso em vários países. O modo de agir e a horizontalidade são os mesmos dos Black Blocs.
O governador de Minnesota, Tim Waltz, levantou uma outra hipótese, muito provavelmente resultante do desespero e da cegueira política.
“Estamos vendo formas bem sofisticadas de direcionar os protestos”, disse o político democrata, com razão.

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