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África do Sul suspende uso de vacinas da AstraZeneca após estudo indicar proteção limitada

As vacinas desenvolvidas pela Johnson & Johnson e Pfizer serão administradas no lugar da Astrazeneca nas próximas semanas.

A África do Sul vai suspender o uso de vacinas da AstraZeneca, desenvolvida pela Universidade de Oxford contra a Covid-19 em parceria com a multinacional farmacêutica, do seu programa de imunização. A informação foi divulgada pelo da saúde, Zweli Mkhize, no domingo (7/2).

Segundo o governo, que pretendia distribuir do imunizante aos profissionais de saúde depois de receber 1 milhão de doses produzidas pelo Instituto do Soro da Índia, estudos apontaram que duas doses da vacina oferecem “proteção limitada” contra doenças leves e moderadas causadas pela variante do vírus identificada pela primeira vez no país.

De acordo com o portal “Financial Times”, os dados ainda não foram revisados e integram um estudo que deve ser divulgado nesta segunda-feira (8/2). Para casos graves, hospitalizações e mortes, a eficácia da vacina contra a variante da África do Sul ainda não foi determinada.

As vacinas desenvolvidas pela Johnson & Johnson e Pfizer serão administradas no lugar da Astrazeneca nas próximas semanas, enquanto cientistas do Ministério da Saúde sul-africano analisam os dados para decidir a melhor forma de proceder com a vacina de Oxford. Mkhize, alegou que o governo vai esperar novos conselhos de cientistas depois dos resultados decepcionantes em testes conduzidos pela Universidade de Witwatersrand.


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