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CPI ouve ex-diretor da Saúde suspeito de pedir propina; acompanhe



A CPI da Pandemia ouve agora o ex-diretor do Departamento de Logística do Ministério da Saúde Roberto Ferreira Dias.

Ele foi exonerado na última quarta-feira (30) após suspeitas de pedido de propina na contratação de compra de doses da vacina da AstraZeneca pelo governo federal. Roberto Dias nega as acusações feitas pelo vendedor e policial militar Luiz Paulo Dominghetti.

Ao jornal Folha de S.Paulo, Dominghetti afirmou que Dias pediu US$ 1 de propina por dose da vacina. Em seu depoimento à CPI, o vendedor reafirmou o que revelou ao jornal. Durante sua oitiva, realizada na última quinta-feira (1º), Dominghetti -- que se apresenta como representante da empresa Davati Medical Supply -- disse ter recebido um pedido de propina para a compra de 400 milhões de doses do imunizante.

A analista política da CNN Renata Agostini apurou que Dias procurou de forma insistente o representante oficial da Davati no Brasil para tratar do negócio ao menos três semanas antes de a empresa fazer oficialmente uma oferta para a venda de vacinas ao governo brasileiro.

Mensagens obtidas pela CNN mostram que Dias começou a tentar contato com o representante oficial da Davati no Brasil, Cristiano Alberto Carvalho, no dia 3 de fevereiro. O movimento do então diretor de logística ocorreu, portanto, muito antes de a empresa enviar à pasta a proposta para a venda de 400 milhões de doses da vacina de Oxford.





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